segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014


Olás para os novos alunos dos primeiros anos (1ºH, I, J, K e L) de 2014! Espero que vocês gostem e aproveitem essa ferramenta a mais que vem a somar em nosso processo de ensino-aprendizagem!! Já iniciamos o ano e vou postar aqui uma vídeo aula de bastante qualidade sobre curvas de nível. 


Bons estudos em 2014!!!


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Atenção! Alunos do 1ºK, 1ºH e 1ºI!!


Perderam a atividade dada na sexta-feira? Ela poderá ser aceita na terça-feira (12 de novembro) para os alunos do 1ºH e 1ºI; e na quarta-feira (13 de novembro) para alunos do 1ºK.

Atividade:

Parte I - Interpretação do texto: "Visões distintas sobre a transposição dio rio São Francisco" - página 119 do livro.

RESPONDER:

1) Quais razões tornam o geógrafo Jurandyr Ross favorável ao projeto?
2) Quais são as condições básicas que justificam uma transposição?
3) Por quais razões o engenheiro João Suassuna não é favorável ao projeto?

Parte II - Interpretação do poema - "Os rios" de João Cabral de Melo Neto.
Página 125 - questão 17 - responder os itens a e b.


segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Bacias hidrográficas do Brasil



Bacia hidrográfica é toda a área drenada por um rio principal, seus afluentes e sub-afluentes, formando, assim, uma rede hidrográfica, um sistema articulado. Os limites entre as bacias são as partes mais altas do relevo, chamadas de “divisores de águas”.
As partes de um rio:
- Nascente: lugar onde nasce.
- Foz: onde o rio deságua.
- Afluentes: rios que deságuam em outro rio.
- Curso: é todo caminho que o rio percorre.
Tipos de rios:
- Regulares: rios que não apresentam variação de volume durante o ano.
- Irregulares: rios que apresentam grande variação em seu volume durante o ano.
- temporários: rios que secam (desaparecem) durante período de estiagem (comuns em regiões de clima semi-árido).
- Permanentes: nunca secam.
- Rios de regime pluvial: rios que dependem das águas das chuvas.
- Rios de regime nival: rios que dependem do degelo da neve de topo de montanhas.
- Rio misto: são formados por águas da chuva e de degelo. (é o caso do rio Amazonas).
No Brasil: dispõe de uma das mais densas redes hidrográficas da Terra, que representam cerca de 14% das reservas mundiais de águas doces. No entanto, o abastecimento das regiões mais populosas e urbanizadas está, com frequência, comprometido pelo alto consumo e poluição.

Principais Bacias hidrográficas do Brasil:

Amazônica:
- É a maior do planeta(o rio amazonas recebe 7000 afluentes).
- Possui o maior potencial hidrelétrico do país (porém, subaproveitado);
- A maior parte dos rios é navegável (transporte hidroviário);
- Problemas: contaminação dos rios por agrotóxicos e outros produtos químicos derivados da mineração; assoreamento, morte de nascentes devido aos desmatamentos, grandes voçorocas que atingem o lençol freático.
- Principal hidrelétrica: Balbina (construída para gerar energia elétrica para a zona franca de Manaus).
- Polêmica atual: construção da hidrelétrica Belo Monte.
Bacia do Tocantins-Araguaia:
- Maior bacia hidrográfica dentro do Brasil, possui o 2º  maior potencial hidrelétrico do país.
- Os trechos navegáveis são utilizados para exportar grãos(soja, milho, etc.) para os portos da região norte.
- Hidrelétrica de Tucuruí: gera energia para os estados do norte e nordeste e para o complexo de Carajas (PA).
Bacia do São Francisco:
- Rio principal “Velho Chico” (único rio perene que atravessa o semi-árido do nordeste);
- Potencial hidrelétrico bem aproveitado e extenso trecho navegável (de Pirapora – MG a Juazeiro – BA);
- Polêmica: transposição de suas águas para além da bacia hidrográfica.
- Hidrelétricas: Sobradinho, Pirapora e Três Marias. Construídas durante o governo militar, desalojaram milhares de pequenos camponeses que viviam a margem do rio e inundou cidades pequenas.
- Problemas: assoreamento, poluição, ocupação em suas margens, diminuição da correnteza devido às barragens favorecendo a salinização de suas águas próximo à foz.
Bacia do Paraná:
-O rio Paraná nasce da junção dos rios Parnaíba e Grande;
- Está em 1º lugar em produção hidrelétrica do Brasil!
- Trata-se de uma sub-bacia, pois faz parte da bacia do Prata (formada pelos rios Paraná, Paraguai e Uruguai);
- É onde está uma das maiores hidrelétricas do mundo: Itaipu e a hidrovia Tietê-Paraná;

Secundárias:
Bacias do nordeste (rios Parnaíba -MA/PI, Capibaribe -PE);
Bacias do Leste (rio Paraíba do Sul – SP/RJ);
Bacias do Sudeste-Sul (rio Ribeira de Iguape – PR/SP).
Discutir com os alunos: importância dos rios: navegação, pesca, abastecimento de água, fornecimento de energia elétrica.
Ameaças à vida de um rio: poluição por esgoto, por agrotóxicos, por produtos químicos, o desmatamento e a irrigação excessiva.

A água: um recurso renovável, mas finito.

Embora a água evapore e retorne sob forma de água relativamente pura e potável, ocorrendo nos oceanos a maior parcela dessa evaporação, poderá ocorrer contaminação caso a atmosfera e o solo estejam poluídos em excesso. A água não acaba, pois seu ciclo acontece em um sistema fechado, porém o risco de contaminação a longo prazo é real. Nesse sentido, o mais importante não é apenas poupar água, e sim garantir que os meios em que circula (atmosfera e solo) estejam isentos de poluição.

sábado, 5 de outubro de 2013


Matéria interessante e bem sinistra sobre os alpinistas que morrem no Everest. Quem não quer ver fotos de gente morta nem abra o link...


http://www.mundogump.com.br/cemiterio-everest/

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Classificação do relevo brasileiro

Oisss!!! Segue por aqui as orientações para a realização da primeira atividade do 4º Bimestre: "Classificação do relevo brasileiro".

Etapas:

  • Assista o vídeo disponível no youtube: Geografia - aula 02 - geologia e geomorfologia.
Observação: a vídeo-aula trata de questões já estudadas no 3º Bimestre. Mas, a partir de oito minutos, tratará do relevo brasileiro.

  • Analise os mapas sobre as classificações do relevo brasileiro:
Mapa 1 - Classificação do relevo brasileiro segundo Aroldo de Azevedo - 1940:






















Mapa 2 - Classificação do relevo brasileiro segundo Aziz Ab´Saber - 1960:























Mapa 03 - Unidades do relevo brasileiro - classificação de Jurandyr Ross - 1990:


































Responda:

  • Escreva as principais características do relevo brasileiro.
  • Explique a primeira classificação do relevo brasileiro (Aroldo de Azevedo).
  • Diferencie as classificações de relevo dos geógrafos Aziz Ab' Saber e Jurandyr Ross em relação aos métodos de análise (para levantar dados e classificar o relevo) e classificação.
  • Hoje, a classificação do relevo associa as informações altimétricas com os processos de erosão, sedimentação e gênese (origem) - integrando-os às estruturas geológicas nas quais ocorrem. A partir dessa reformulação, conceitue:

a) Planície:
b) Planalto:
c) Depressão:

  • Quais são as unidades do relevo brasileiro estruturadas mais recentemente? (Cite suas denominações).


Boa atividade!


Atenção para as respostas! É assunto de avaliação!


1) O relevo brasileiro apresenta grande diversidade de formas e estruturas, como serras, escarpas, planaltos, planícies, depressões, chapadas e outros. É antigo, bastante desgastado pelo tempo (erodido), portanto apresenta altitudes modestas (nenhum ponto ultrapassa 3 mil metros) e não apresenta dobramentos modernos.


2) A classificação do geógrafo Aroldo de Azevedo (1910-1974) foi elaborada em 1940 e considera, sobretudo, as cotas altimétricas (altitudes), definindo planaltos, como superfícies levemente acidentadas, com mais de 200 metros de altitude; e planícies, superfícies planas, com até 200 metros de altitude.

3) Aziz Ab Saber propôs uma nova definição na década de 60: planaltos (áreas em que o processo erosivo supera os de sedimentação) e planícies (áreas onde os processos de sedimentação superam os de erosão). Em sua classificação, os planaltos correspondem a 75% do relevo brasileiro e as planícies, 25%. O geógrafo, na época, não contava com tecnologias (contava com poucas fotografias aéreas) e suas observações eram in loco, isto é, o geógrafo fazia inúmeros trabalhos de campo. 

Já, Jurandyr Ross, contando com as imagens de radar (obtidas pelo projeto Radambrasil entre 1970 e 1985), fez uma mapeamento minucioso do relevo brasileiro e em 1989, elaborou uma nova classificação, apresentando uma nova estrutura de relevo: a depressão (relevo aplainado, rebaixado em relação ao seu entorno, onde predominam processos erosivos).


4)Planaltos: áreas onde os processos de erosão superam os de sedimentação; planícies: áreas onde os processos de sedimentação superam os erosivos; depressão: áreas com altitudes inferiores em relação ao relevo circundante.

5) Planícies: planície do rio Amazonas, do rio Araguaia, do pantanal mato-grossense, do rio Guaporé, dos Patos e Mirim e litorâneas.